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Sexta-feira, Setembro 19, 2008![]() postado por Zé em 00:44 . Comente!
Sexta-feira, Junho 13, 2008Turma da Mônica MangáNo centenário da imigração japonesa, Maurício de Sousa se rende a tendência mangá e lança sua versão da turminha mais conhecida do Brasil dentro do esquema japonês. Adolescentes e com o visual pra lá de "transado", Mônica, Cebolinha e companhia aparecem remodelados para o novo século (ou seria para o novo mercado?). ![]() postado por Zé em 08:13 . Comente!
Sexta-feira, Maio 09, 2008
Quanto à tira publicada ao lado [acima], é preciso dizer que ela não foi desenhada por Bill Watterson. Encontrei-a em uma comunidade de fãs de Calvin, e infelizmente desconheço o seu autor. É, para mim, a mais triste, mas também uma das mais belas tiras que já vi na vida, por toda a riqueza de significados que ela apresenta. Poderia tergiversar horas sobre o universo de Calvin, amigos imaginários, conformismo social ou as asas que desaprendemos a usar. Mas, por ora, limito-me a citar as últimas palavras do último quadrinho desenhado por Watterson: - "It's a magical world. Hobbes, ol' buddy... let's go exploring!" Carlos Brandino Pra pensar. postado por Zé em 01:55 . Comente!
Quinta-feira, Abril 10, 2008NÃO DEIXE DE ESCUTAR: Envydust - Um (2008)
Depois de um hiato de 3 anos, quando lançou seu já clássico Quando Estar Vivo Não Basta, a banda paulista Envydust lança seu segundo CD, denominado apenas UM. Uma proposta ousada desde o início: digipack colorido com 28 páginas envolvendo um CD com 14 faixas por apenas R$ 5,00. Resultado: prensagem de 1000 cópias vendidas como água. Com o CD em mãos, pode-se dizer que é um senhor investimento. Numa gravação afiada e demonstrando um inédito (eu pelo menos nunca havia ouvido nada nesse sentido) "metalcore progressivo", a banda inova com sintetizadores, além de todo tipo de acessório já testado junto do metal (violões, piano, flauta e etc). Como no seu primeiro CD, até parece que você está com uma coletânea em mãos com umas 4 bandas diferentes, tamanhas as variações entre uma música e outra. De Los Hermanos com gritos até um metal pesado repleto de riffs e variações de tempo. Digno de comparação com as melhores bandas do estilo gringas. As ressalvas que posso fazer são pra nova versão de "O leilão do lote 77" (a gravação do single agravadava mais aos ouvidos, principalmente em se tratando das distorções das guitarras) e para os longos instrumentais que quebram o ritmo do CD mais do que deveriam. postado por Zé em 00:05 . Comente!
Quarta-feira, Setembro 19, 2007Só agora vi que fazem dois meses que não mexo no blog. Tempo apertando, MASA (saiba mais em www.animasa.com) chegando. A banda (saiba mais em www.sobre-o-fim.blogspot.com) vai de vento e poupa. Estou terminando de montar o próximo Gattai Zine (saiba mais em www.gattaizine.blogspot.com). CORRERIA!Mas acreditem, comecei a montar o novo layout do blog, e ele vai juntar um pouquinho de tudo que eu escrevi no parágrafo acima. Até quando eu puder! ![]() postado por Zé em 10:12 . Comente!
Segunda-feira, Julho 23, 2007DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?A frase título desse texto está estampada nos quatro cantos da Internet (principalmente em banners em sites voltados ao público cult/nerd). A Panini Comics ataca com uma das campanhas de marketing mais agressivas já utilizadas nos quadrinhos nacionais, que inclui divulgação massiva na Internet e uma enxurrada de títulos relacionados a GUERRA CIVIL. Se você vive no mundos dos comics (quadrinhos norte-americanos) já deve ter ouvido falar nesse nome. Caso não, a Guerra Civil é uma daquelas maxi-sagas que movimentam todo o universo a que pertence, no caso o Universo Marvel. O evento gira em torno basicamente de uma lei de registro de super-heróis, que é aprovada pelo governo norte-americano após uma tragédia que mata mais de 600 pessoas. A lei exige que os heróis do país se apresentem ao governo e revelem suas identidades secretas. Tal decisão divide o comunidade superheroística (adoro neologismos). De um lado, Tony Stark, o Homem de Ferro, é a favor da lei. Do outro, contra a lei (controversamente), Steve Rogers, o Capitão América. Uma das missões da Guerra Civil é remodelar o universo Marvel, que conta com uma cronologia pra lá de baldeada e uma porção de fantasiados e superpoderosos vagando pelas ruas. A saga, na verdade, é uma das ações do editor Joe Quesada para pôr ordem na Casa de Idéias, o que também incluiu a Dinastia M (que diminuiu bruscamente o número de mutantes na Marvel), a Aniquilação (que está organizando os personagens cósmicos e espaciais) e o ainda inédito Mystic Arcana (evento que mexerá com os personagens mágicos/místicos). O que distingue a Guerra Civil das demais maxi-sagas pelas quais a editora já passou é a equipe criativa que coordena o projeto. Sob a liderança do talentoso editor (que trouxe de volta a Marvel para a liderança no ranking dos mais vendidos nos EUA), roteiristas como os geniais Brian Michael Bendis e Mark Millar e os bons (mas nem sempre) Ed Brubaker e J. Michael Straczinsky remodelam o mundo Marvel. Bendis, por sinal, vem escrevendo boa parte dos títulos e deixando sua marca pelos heróis que passa, mostrando-se um autor que consegue dar um novo fôlego dentro do comercial e limitado mundo dos super-heróis nos quadrinhos. Essa é a nova aposta da Marvel, e por conseqüência da Panini no Brasil, que lançou sua linha de assinaturas juntinho com a Guerra Civil e o megaevento da Distinta Concorrência, Crise Infinita (não tão bem sucedida nos EUA quanto a concorrente). Quer entrar no clima da Guerra Civil? Procure na banca mais próxima da sua casa a edição especial do Clarim Diário (uma ótima jogada de marketing da Panini, por sinal), e escolha o seu lado. [NOTA ATUALIZADA: um pouco antes de colocar este post no ar, a Panini disponibilizou um completíssimo website como parte da divulgação da Guerra Civil. Clique aqui para conhecer.)
NÃO DEIXE DE VER: Os Supremos (HQ)
É muito bom escrever nesse blog sobre aquela HQ que você leu e que realmente teve orgulho de ser nerd, e ser um dos poucos a desfrutar o patamar a que os quadrinhos de super-herói chegaram. Fazem parte dessa seleta lista de títulos: Watchmen, Cavaleiro das Trevas, Homem-Animal, entre outros que elevaram o nível da nona arte. Demorou até que eu conhecesse Os Supremos (The Ultimates, no original), rotulados em 9 de cada 10 sites especializados como um "clássico instantâneo dos quadrinhos". Mas vamos do início. Erroneamente (é bom frisar), fui resistente a linha ULTIMATE da Marvel, que mostrava um universo paralelo com uma nouva roupagem de seus personagens. Colecionador ávido do Homem-Aranha, decidi por não colecionar a HQ Marvel Millennium Homem-Aranha, que acumulava boa parte do universo Ultimate no Brasil. Li as primeiras edições de Ultimate Spider-man na Internet, que na época foram oferecidas gratuitamente no site da Marvel e traduzidas em um hotsite nacional da editora Abril (o extinto www.marvelcomics.com.br). Mesmo com o altíssimo nível de qualidade do texto de Brian Michael Bendis (ele de novo) e os ótimos desenhos de Mark Bagley (meu artista predileto com o Homem-Aranha), não comprei a edição impressa nacional. Arrependimento. Muito arrependimento. Mas o pior (ou o melhor) estava por vir. Na edição 12, estréia a saga que estabeleceria os Vingadores no universo paralelo da Marvel. Os Supremos, com roteiro de Mark Millar e arte de Brian Hitch, mostra a tentativa da Shield e de Tony Stark de montar uma superforça de proteção do mundo. Até aí, talvez fosse uma HQ qualquer, se a mesma não fosse um dos relatos mais realistas do mundo dos superheróis nos quadrinhos. São toneladas de referências ao nosso mundo real, e problemas bem conhecidos como violência doméstica (que rende uma das melhores seqüências da história) permeiam a grande história montada por Millar. Mesmo assim, dificilmente o texto funcionaria sem o fotorealismo de Hitch, que assina os belíssimos desenhos da HQ, com tomadas de paisagens maravilhosas e personagens verossímeis. Esse último fato rende uma das piadas mais legais da HQ, quando perguntam ao agente da SHIELD Nick Fury quem ele gostaria de ver interpretando seu personagem em um filme do cinema. "Samuel L. Jackson, claro", rebate rapidamente o personagem, desenhado às fuças do ator (para quem não sabe, Nick Fury é negro no Universo Ultimate). (Vale uma curiosidade: corre solto o boato de que Jackson interpretará o personagem no filme do Homem de Ferro). O humor é outro ponto alto da série, e é impossível segurar algumas risadas quando folhemos as páginas e deparamos com um Hulk ensandecido gritando: "HULK ESMAGA FREDDIE PRINZE JR!". Só lendo a HQ para entender. Então, o que você está esperando? Conheça IMEDIATAMENTE Os Supremos, que foi relançada recentemente num encadernado com todas as 13 edições, pela Panini. O volume 2 já está saindo no Brasil na mesma Marvel Millennium Homem-Aranha, e dizem ser ainda melhor que o primeiro. SE TIVER TEMPO: 100 Balas #1 (HQ)
Essa vai deixar muito neguinho fulo comigo... Eu realmente fiquei um tantinho decepcionado quando li a primeira edição de 100 balas, "recém-relançada" pela Pixel Media. O que você faria se lhe entregassem uma arma e 100 balas não rastreáveis, além de uma pasta com informação sobre alguém que fudeu (desculpe a expressão, mas precisava entrar no clima da história) com sua vida? Essa é a premissa de 100 balas (100 bullets no original). Falaram tanto do roteiro de Brian Azzarello e da arte de Eduardo Risso, que fico me perguntando se o problema não foi a excessiva expectativa que eu tinha para esse título. Achei que a história tem algumas nuances interessantes (a própria premissa em si é muito legal), mas soa meio clichê em alguns pontos. Os desenhos funcionam na maior parte da revista, mas acredito que nosso hermano latino Eduardo Risso só tenha ficado completamente a vontade na trama noir nas edições seguintes. De qualquer forma, é uma HQ acima da média, comparada ao que temos nos títulos regulares nas bancas. E o suficiente para me fazer dar uma chance para 100 balas e acompanhar essa saga para ver até onde ela pode chegar. PASSE LONGE: O Albergue (FILME)
Não se iluda com a campanha de divulgação de O Albergue (Hostel), com um "Quentin Tarantino apresenta" estampado: O Albergue é um filmeco que não consegue impressionar nem seu público alvo. Era pra ser gore, enojar, mas acaba sendo um quase trash. Dois estudantes norte-americanos e um islandês partem para Bratislava, na Eslováquia, atrás de sexo fácil e diversão. Ao chegarem, se deparam com tudo aquilo que haviam informado para eles: lindas européias sem problema para tirar a roupa e festas regadas a bebidas e drogas. Mas não demora até que um deles desapareça e eles notem que existe algo mais por trás da diversão, o que os levará direto a um mundo secreto dominado pelo sadismo. E fica por aí. As torturas são apenas insinuadas e as decepações e jorros de sangue convencem tanto quanto num filme B. No final da sessão, fica aquela sensação de "quero meu dinheiro de volta". Muita gente tem falado sobre o estilo de filmar do diretor Eli Roth... Quer sadismo de verdade e muito estilo? Procure os filmes do coreano Chanwook Park (do excelente Old boy). No próximo post: PODER SUPREMO (HQ). postado por Zé em 10:23 . Comente!
Sábado, Junho 16, 2007MEGAPOSTEu realmente estava precisando escrever. Se não aguentar ler tudo de uma vez, vá por partes ou leia só o que lhe interessa. Eu entendo. :P NÃO DEIXE DE LER: Manticore Especial (HQ)
Muito se tem dito sobre valorizar os quadrinhos nacionais. Eu mesmo sou um defensor nato do trabalho brasileiro. Mas uma coisa é unanimidade em qualquer fórum: ainda há muito o que se melhorar, se compararmos, por exemplo, nosso trabalho com o dos nossos "hermanos" argentinos (já parou para pesquisar sobre a quantidade/qualidade dos trabalhos publicados por eles?). Mas eu não comecei essa pequena resenha assim para preparar os leitores para os defeitos de Manticore Especial. Nesse especial desse zine de terror, é contada "A História que ninguém deveria saber - Chupacabra". Nela, uma estranha criatura anda furtivamente pelo interior de Minas Gerais, atacando e sugando o sangue de animais, principalmente ovelhas, e todos acreditam ser obra do Chupacabra. Um detetive é contratado para descobrir o que está causando os ataques. Enquanto procura por pistas, a criatura aproxima-se e estabelece um relacionamento com um senhor idoso que sabia da existência dela. Eles partem de Minas para Curitiba, onde são aguardados por outras pessoas. O que se vê adiante é uma perseguição desenfreada pela verdade, rodeada por história atual do Brasil, no melhor estilo das histórias conspiratórias. Gian Danton (pseudônimo de Ivan Carlo) já me chama atenção a bastante tempo, por seus manuais para roteiro e textos exploratórios sobre a arte seqüencial (e especialmente sobre o bardo inglês Alan Moore, de Watchmen). Seu roteiro para Manticore (baseado na idéia dele mesmo, de Antonio Eder e de Jeferson Arantes) é extremanente bem ponteado na realidade. A arte do também conhecido Antonio Eder (com colaborações do veterano José Aguiar e de Luciano Lagares) casa de maneira perfeita com o suspense criado por Danton. Para completar, as cores "aquarélicas" (essa palavra existe?) de Márcio Freire dão o tom exato do terror impresso pelo texto. Recomendadíssimo. E você tá achando difícil encontrar essa obra-prima nacional nas bancas? Não seja por isso. Dê um pulinho no site da Editora Nona Arte e baixe as duas edições de Manticore Especial de graça. Mas, se gostar, dê uma chance para o quadrinho nacional crescer e compre a versão impressa no mesmo site. NÃO DEIXE DE LER: DC: A Nova Fronteira (HQ)
Pô, eu nunca tinha ouvido falar desse tal de Darwyn Cooke, mas, putz!, o cara manda bem! É muito comum hoje associar os fatos do nosso mundo real às grandes sagas do Universo DC e Universo Marvel (nesta última, um grande exemplo é o especial dedicado ao 11 de setembro do Homem-Aranha). Mas e o que já passou? E a Era de Prata, por exemplo, onde ainda não havia esse tipo preocupação nas histórias? Cooke volta no tempo, então, para contar uma das histórias mais legais da DC, jogando a Era de Prata da editora dentro da corrida espacial, da ameaça comunista e de outros grandes acontecimentos das décadas de 40 e 50. Os roteiros e traços do artista somados às cores de Dave Stewart remetem a um retrô moderno de encher os olhos. A seqüência onde o então piloto da aeronáutica Hal Jordan (o primeiro Lanterna Verde) confronta um inimigo de guerra no mano-a-mano é uma das passagens mais legais que já li nos quadrinhos sobre a guerra. DC: A Nova Fronteira merece que você dê uma olhada. Vale destacar que Cooke agora trabalha na nova série do Spirit, obra máxima do mestre máximo dos quadrinhos Will Eisner (eu ainda tenho que falar sobre ele em um post meu...). Boa escolha. SE TIVER TEMPO: A Dama na Água (FILME)
Eu esperava bem mais de um trabalho de um dos meus diretores prediletos, M. Night Shyamalan. Eu imagino que o livro (do próprio Shyamalan), que deu origem ao filme, seja bem mais interessante. Nada que destrua a carreira dele, até por que filmes bem promissores dele vem pela frente: o filme-catástrofe The Happening e a adaptação para cinema do desenho animado Avatar (que por sinal é muito interessante). PASSE LONGE: Motoqueiro Fantasma (FILME)
O pior filme que assisti esse ano. E não estou falando o pior filme do gênero de super-heróis: é o pior filme de todos que vi esse ano. O diretor Mark Steven Johnson (do duvidoso Demolidor - o Homem Sem Medo) vai chegando no patamar do famoso diretor Uwe Boll (Bloodrayne, Alone in the Dark e House of the Dead). Se este último destrói as adaptações de vídeo-games para cinema que toca, Johnson vai execrando os heróis nas telonas. A que ponto você chegou para fazer um filme de herói, hein, Nicolas Cage? -- RÁPIDAS -- Homem-Aranha 3 Ficou aquele gosto amargo na boca no final de Homem-Aranha 3. Eu não preciso falar o que a maioria dos sites de cinema já falou por aí: que roteiro era aquele? "Acasos convenientes" à parte, é sem dúvida o filme que mais recorre à ação e à comédia da trilogia aracnídea. Até a primeira metade do filme fica difícil de engolir a nova aventura do Escalador de Paredes, mas, da metade em diante, o filme toma um nova ânimo, que salva a película da perdição total. E eu nem quero mais falar sobre esse assunto. Keanu Reeves em Watchmen Numa notícia divulgada sobre a produção do filme de Watchmen nessa semana, Keanu Reeves teria recusado o papel de Dr. Manhatan na adaptação. Graças a Deus. O cara não quis nem pintar o cabelo de loiro para fazer Constantine, imagina se ia querer raspar o cabelo e aparecer pelado na maior parte do filme! Em outra notícia, John Cusack (Clube da Luta e Identidade) se mostrou interessado numa vaguinha no filme... Taí uma escolha bem interessante. Preacher na HBO
Não é que deixaram a cargo do já citado nesse post Mark Steven Johnson (do péssimo-horrível-chato-esquecível Motoqueiro Fantasma) a direção do episódio-piloto da série de TV de Preacher (a melhor obra do irlandês maluco Garth Ennis nos quadrinhos). Só recentemente pude ler a HQ e constatar o por que do seu sucesso mundial. Agora colocar Johnson no comando do piloto é sacanagem... A HBO (responsável pela série) pisou na bola feio. Trailers de Transformers Se o live-action do oitentista Transformers vai ser legal, ou não, ainda não dá pra dizer, mas que trailers são esses, pow?! É uma seqüência mais louca do que a outra. No momento eu já estou inclusive evitando-as para deixar alguma coisa para quando for assistir o filme. O diretor de filmes pomposos Michael Bay (A Rocha e A Ilha) pode nos dar uma boa surpresa no meio do ano com os robozões. Dá uma olhada no primeiro trailer aqui. Season Finale de Heroes Muita gente falou bem de Heroes no decorrer da série e detonou o último episódio da primeira temporada. Eu vou pelo caminho contrário e se acho que houve alguns deslizes no desenvolvimento da trama, o final foi bem decente, e me deixou com uma curiosidade tamanha do que acontece na temporada seguinte. Só fiquei triste por determinadas baixas no confronto final... Naruto nas bancas e no SBT
A sensação Naruto prepara-se para embarcar na TV aberta brasileira (ela já está em exibição há um tempinho na Cartoon Network). Segundo informações do site da Herói, o SBT levará a animação japonesa para sua grade de programação. A estréia será no próximo semestre (provavelmente em julho). Enquanto isso, o mangá de Naruto chega as prateleiras nacionais pela Panini Comics. Ganhei uma edição num sorteio da Pop Balões (valeu, Oliboni e cia!), até por que não sei se teria coragem de arriscar comprar um mangá deveras comercial (tem tantas coisas mais legais saindo por aí que meu bolso ficou mais conservador). Leio nesses dias e escrevo algo sobre ele pro blog em breve. Quanto a animação, pude assistir algo em torno de 20 episódios, e o que dá pra dizer é que é um desenho animado acima da média do gênero (não dá pra esperar muito de um shonen com mais 100 episódios, como Dragon Ball e similares). De qualquer forma ainda sobra muita enrolação... Death note
Meu próximo post provavelmente será um relato detalhado sobre um animê que estou acompanhando com muita empolgação. Death Note conta a história de Light Yagami, um estudante que por acaso acaba encontrando um caderno com um terrível poder: aquele que tiver seu nome escrito nele tem sua morte decretada. Light acaba por começar a usar o Death Note para fazer justiça com as próprias mãos, o que acaba chamando a atenção da mídia e das autoridades mundiais, que colocam o maior detetive do mundo (conhecido apenas como L) no seu encalço. Só essa premissa já mostra que o anime é diferente de tudo que eu tinha visto em termos de roteiro na minha vida (os japoneses são bons em premissas esquisitas). O desenvolvimento é ainda mais interessante. Ouvi dizer que o animê só terá 37 episódios (eu estou atualmente no 34) e espero assim que ele terminar falar um pouco do mesmo por aqui. Se tiver oportunidade, acompanhe também. Faço ainda dois destaques sobre Death Note. (1) O mangá que deu origem ao anime começa a ser publicado no próximo mês no Brasil pela JBC. Tive oportunidades de ler a primeira edição e garanto que é tão diferente quanto o animê. (2) O sucesso e a polêmica que a animação criou (incluindo seu banimento na China) foram tão grandes que garantiram um fato inédito a uma série animada japonesa: antes de mesmo de terminar sua exibição no Japão, Death Note começou a ser exibidos nos Estados Unidos. Sobre o novo filme do Hulk Tem tanta gente falando do novo filme do Hulk e aproveitando para dar uma pontada no filme do gênio Ang Lee (O Tigre e o Dragão e O Segredo de Brokeback Mountain), que isso me causa revolta. Dizer que o Hulk de Lee foi chato é injusto (será que esqueceram a seqüência da perseguição no deserto?). Só por que o chinês resolveu mostrar de uma forma não-convencional o Golias Esmeralda e o grande público (que parece se empolgar mais com Motoqueiros Fantasmas da vida) não compareceu aos cinemas como esperado, o novo diretor e os produtores do novo filme não param de meter o pau na primeira adaptação. E por falar no novo diretor, alguém acredita que o francês Louis Leterrier (do regular Carga Explosiva e dos fracos Cão de briga e Carga Explosiva 2) vai injetar alguma novidade no filme? Um viva para (algumas) editoras nacionais Eu já tinha comentado num post passado sobre o excelente trabalho da editora Pixel Media. Ver tantos bons títulos no mercado a preços tão bons faz cair uma lágrima do meu olho de satisfação. Outras atitudes da editora ainda merecem destaque. Uma delas é o Pixelblog, onde os editores conversam de igual para igual com os leitores, explicando decisões editoriais e recebendo opiniões e sugestões. Totalmente louvável. Um dos posts, que falava sobre bons títulos em outras editoras me chamou atenção, por mostrar que estamos tratando com outros amantes de quadrinhos e não com empresários sanguessugas do mercado dos quadrinhos. Numa nota rápida, destaco também o trabalho da Conrad Editora, que está publicando trabalhos de autores nacionais. Me, myself and I
Tá com um tempinho livre sobrando? Dá uma olhadinha em alguns trabalhos que ando fazendo! Musicalmente, com muita alegria anuncio o Prólogo, primeiro EP da minha banda, Sobre o Fim. São 6 músicas para os aficcionados em metalcore. Confira duas prévias no nosso MySpace. Aos fãs de quadrinhos, peço sua opinião em dois trabalhos meus publicados na Internet (olha que falamos sobre quadrinho nacional lá em cima!): X-Seto, história criada para o público shonen, que conta a saga do mascote do MASA, evento que produzo na minha cidade para o público otaku (você confere a HQ no próprio site do evento); e o Gattai Zine, fanzine de um grupo de estudo sobre quadrinhos que oriento na minha cidade e que acaba de lançar sua edição piloto com adaptações de contos nacionais. Fico aguardando seu sincero comentário. NÃO DEIXE DE VER TAMBÉM: Apocalypto (FILME) (de Mel Gibson), A Fonte da Vida (FILME) (de Darren Aronofsky) e Tenacious D and The Pick of Destiny (FILME) (musical com o projeto acústico do ótimo Jack Black). SE TIVER TEMPO: Madman Comics (HQ) (de Mike Allred). PASSE LONGE: hoje eu vou poupar um pouco as obscuridades da arte mundial... mas só hoje! (Ufa!) postado por Zé em 12:23 . Comente!
Quinta-feira, Abril 26, 2007NÃO DEIXE DE VER: Botinada! A origem do punk no Brasil
Quem não conhece Gastão Moreira? O cara foi apresentador de dois saudosos programas que foram essenciais para o underground nacional: FÚRIA (programa na MTV, essencialmente, sobre metal) e MUSIKAOS (exibido pela TV Cultura, foi talvez o melhor espaço que o underground já teve na TV nacional). Com toda esse moral, ninguém melhor que Gastão para dirigir o documentário "Botinada! A origem do punk no Brasil". O filme relata o início, desenvolvimento e suposto fim do movimento punk nacional, no período de 1976-1984. Foram 77 (número cabalístico para o punk...) entrevistados, entre integrantes de bandas, jornalistas e outras figuras que viveram a época retratada. Simplesmente um documento histórico de altíssima importância para a música nacional. Pra você que está entrando agora com sua banda na garagem, é simplesmente essencial. Até para saber que o movimento punk nacional foi derrubado numa noite de domingo, numa reportagem do Fantástico. Compre o seu "Botinada!" aqui. MAIS ROCK DOCUMENTADO
Coincidentemente, depois do "Botinada!", dei de cara com mais dois documentários sobre o rock. "Metal: A headbanger's journey" mostra o metal do ponto de vista quase acadêmico do canadense Sam Dunn, antrópologo e "metalhead" desde a adolescência. Sam explora a evolução do metal no mundo e as diferenças entre suas mais variadas vertentes. São depoimentos de integrantes de bandas como Black Sabbath, Iron Maiden, Motörhead, Slayer, Slipknot e outras. Recomendadíssimo (destaque para a tenobrosa parte que fala sobre o black metal norueguês). Do outro lado temos "American hardcore", baseado no livro de Steven Blush. O documentário cobre o período de 1980-1986 do hardcore norte-americano. Mais lendas do rock mundial, como Minor Threat, Bad Brains, Circle Jerks, Black Flag e outras, dão suas caras, em gravações inéditas de shows da época. Vale destacar uma certa semelhança entre "American hardcore" e "Botinada!", até por cobrirem momentos parecidos. O único problema deste filme talvez seja o fato de focar-se na cena dos EUA, deixando um brasileiro, como eu, um tanto perdido em meio a localizações de estados norte-americanos e acontecimentos históricos. Engraçado lembrar que o período coberto pelo documentário influenciou a famosa geração da década de 1990 do punk rock norte-americano, que também ganhará um documentário ("One Nine Nine Four"), produzido por dois australianos, que entrevistaram bandas como Green Day, Nofx, Blink 182 e Offspring. Talvez não sejam bandas tão notórias como as citadas nos dois documentários anteriores, mas não deixa de ser um relato interessante sobre um momento em que o rock conseguiu atingir um elevado nível de popularidade (talvez até demais) no mundo inteiro.
No próximo post: Manticore (HQ) e outros quadrinhos nacionais. postado por Zé em 16:07 . Comente!
Quinta-feira, Março 08, 2007POST EXTRA
Enquanto não estréia, Homem-Aranha 3 avança em sua campanha publicitária, inundando a rede com imagens e vídeos da novíssima aventura do Escalador de Paredes. A última investida foi durante o intervalo da nova série sensação, Heroes (será que eu vou ter de falar dela em todos os meus posts?!). Uma prévia de 30 segundos foi exibida nos Estados Unidos, para em seguida ser disponibilizada no site do canal onde Heroes é exibida, a NBC. O vídeo, em altíssima definição, ficou no ar durante 24 horas. Claro que este que vos fala, acompanhante das aventuras do Cabeça de Teia em todas as mídias, conseguiu conferir e fala um pouco sobre a experiência. O vídeo tinha por volta de 7 minutos e mostrava 3 seqüências. Na primeira, Peter e MJ conversam dependurados em uma teia. No corte a seguir estamos na casa da Tia May, onde ela e Peter falam sobre casamento. A tela esvaece e acompanhamos Peter na sua já tradicional "lambretinha", quando é atacado pelo novo Duende Verde, Harry Osborn. Uma seqüência vertiginosa de ação se segue, num combate aéreo de tirar o fôlego. O final é do tipo que faz você se pendurar pelas paredes (eu não pude resistir a essa piada...) pela estréia do filme (dia 4 de maio desse ano). Ainda vem alguns cortes rápidos mostrando uniforme negro, Venom e Homem-Areia. Eu fico imaginando apenas como Sam Raimi e o roteirista do filme vão conseguir fechar tantos núcleos de história num filme só. Talvez se ele tiver umas 17 horas (alguns fãs não veriam problema nenhum com isso :-D)... Quer ver também? CLIQUE AQUI. No próximo post: documentário Botinada e HQ Manticore. postado por Zé em 13:42 . Comente!
Terça-feira, Março 06, 2007Eu acho uma droga não cumprir promessas. Prometi um layout novo pra essa joça, mas estou afogado na minha monografia... Então vou fazer outra promessa: layout novo no meio do ano. É algo mais provável de cumprir.Em meio a atolação, ainda restam suspiros para uma atualização. Sobre HEROES (série)
Heroes, série que resenhei dois post abaixo, finalmente estreou no Brasil (dia 2 de março, na tv paga, Universal Channel), e o alarde não poderia ser menor em tudo quanto é meio de comunicação. Eu sou acompanhante de Heroes (que ontem, dia 5 de março, exibiu o episódio 18 nos EUA), mas não pense que eu sou fã radical (como sou de um certo mago inglês autor de quadrinhos, por exemplo). Colocar Heroes entre a nova safra de boas séries é certo, mas tecnicamente eu ainda espero uma alavancada na sua qualidade, principalmente no que se refere a roteiro e efeitos especiais. Não quero brochar ninguém, por que Heroes merece uma chance, por conta de um apanhado de boas idéias. Então fãs de super-heróis não percam nenhum episódio! Coisas legais estão sendo adicionadas como extras da série e dois merecem destaques: (1) quadrinhos e (2) ARG 360º. O primeiro é o fato de que (nos Estados Unidos) cada episódio lançado equivale a uma HQ disponibilizada gratuitamente no hotsite da série no portal da NBC, com histórias que complementam a série. Fica o aviso para as pessoas que estão acompanhando pela Universal Channel no Brasil: algumas histórias dos quadrinhos são essenciais para o entendimento da série! Os quadrinhos podem ser encontrados traduzidos para português no completíssimo site 9th Wonders. Já o ARG 360º é um tipo de "jogo", do qual a série contemporânea LOST também se utilizou, e diz respeito a colocar dentro da nossa realidade elementos da série. Um exemplo básico disso é sobre um episódio de Heroes em que um suposto vilão entrega um cartão de visitas a outro personagem. Claramente se vê um endereço de Internet (www.primatechpaper.com), que se acessado mostra um site com uma pá de coisas ocultas, para quem gosta de desvendar mistérios. No mais, Heroes, como a maioria das séries, tem episódios memoráveis e alguns completamente esquecíveis. Vale você mesmo assistir (definitivamente ele não se enquadra na categoria "Passe longe" do meu blog) e tirar suas próprias conclusões sobre esse novo fenômeno da televisão mundial. E rapidamente... NÃO DEIXE DE VER: Reino dos Malditos (HQ)
Sabe aquela sensação de ter visto um filme, ou lido um livro ou história em quadrinhos que, sem sombra de dúvida, foi um dos melhores que você viu na sua vida? A sensação de estar com uma obra-prima nas mãos e ter vontade de gritar em todos os cantos o quanto aquilo é legal e que gostaria que outras pessoas conhecessem? Essas foram as sensações que eu senti ao terminar Reino dos Malditos. Engraçado, porque comprei essa belíssima HQ sem expectativa nenhuma (havia apenas lido uma pequena resenha no Omelete). Na história, Christopher Grahame é um escritor infantil de sucesso, que, após ataques de dor de cabeça, acaba retornando a Castrovalva, um mundo que ele havia criado quando era criança, mas que estava agora afundado em lama e sangue. Olhando a história por cima, os traços e as cores podem nos levar a imaginar uma história infantil, mas não se engane: Reino dos Malditos pode ser mais violenta que textos de Frank Miller (Sin City) e Garth Ennis (Hitman). Recomendadíssimo para fãs (e não fãs também) de obras fantásticas (leia-se Neil Gaiman). Ponto para uma das editoras de quadrinhos mais novas do mercado, a Pixel Media, por colocar esse obscuro trabalho psicológico de Ian Edginton (roteiro) e D'Israeli (desenhos) no mercado nacional. Não deixe de ver também:
- Manticore (HQ) - quadrinho nacional de qualidade... aliás... de altíssima qualidade! O próximo post vai ter uma resenhinha sobre ele. Ainda não leu? Então confira DE GRAÇA no site NonaArte. - O Labirinto do Fauno (filme) - inspirado trabalho do ótimo diretor Guillermo del Toro (Hellboy). 4 merecidos Oscar conquistados e uma indicação a melhor filme estrangeiro. - Borat (filme) - há quanto tempo você não assiste uma boa comédia?
Se tiver tempo: - The O.C. (série) - eu era fã da série... até a última temporada. Passe longe: - Homem-Aranha: O Outro (HQ) - a nova saga do Cabeça de Teia destrói as últimas boas idéias que haviam na premiada fase escrita por J. Michael Straczynski (vide Ezequiel e Morlun). Ele mesmo, inclusive, ajuda a compor essa baboseira toda. Mas também alguém ainda espera boas histórias na série mensal do aracnídeo?
postado por Zé em 11:31 . Comente!
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